
Pois, hoje vou tentar resumir as ultimas 2 semanas de acontecimentos em Portugal. Começou com a comemoração dos meus 40 anos, continuou com o caso Freeport, que neste momento esta com as barbas de molho pois anda tudo muito calado, continuou com a crise económica mundial, continuou com o nosso PR a dizer que o assunto Freeport era segredo de estado!!!! e que agora estava a jogar golfe... continuou a enormidade de falências em Portugal, continuou com a polémica do "goal average", ou seja esta tudo na mesma. Em duas semanas não houve nada de novo para as nossas vidas (à parte dos meus 40 anos). Nada mudou em Portugal, está tudo exactamente na mesma, até o Inverno voltou ao antigamente. Será possível que em duas semanas conseguimos condensar anos da nossa triste história? Parece que sim. Que governantes temos nós que nada fazem?, mas o maior dos problemas é que não se deslumbra alternativa melhor. Este ano vamos ter 3 eleições. A saber: parlamento europeu, autárquicas e eleições legislativas. À excepção das autárquicas, que têm características um pouco especiais, as outras têm um carácter puramente politico. E como vamos ter este ciclo de eleições, o nosso governo já começou muito timidamente com medidas eleitoralistas. A 1º foi ontem divulgada e tem a ver com o reembolso do IRS que será feito em Abril. Mas esse reembolso só será feito nessa altura para quem preencher os seu modelos via Internet... ou seja, as pessoas que mais necessitam do dinheiro não o vão ter em Abril, pois essas são aquelas que não têm Internet em casa e pior ainda nem um PC para fazer a declaração! É claro que esta medida é boa, mas infelizmente peca por defeito. Esperemos que as próximas medidas eleitoralistas sejam mais abrangentes, senão corremos o risco do próximo governo ser a abstenção...
Mas neste pais à beira bar plantado também tem coisas novas e uma delas é de finalmente existir um site vocacionado para a temática da guerra do ultramar. Quando tiverem tempo têm de ir a esta site: www.guerracolonial.org, esta muito bom e tem coisas que maioria dos portugueses da minha geração não tinha conhecimento. É um óptimo elemento de estudo, vão até lá e já agora façam o favor de ser felizes.
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